
O pagamento de cotas partidárias por funcionários do Estado está a gerar debate em Moçambique, com alegações de contribuições a favor da FRELIMO por parte de titulares de cargos públicos.
Entre os visados estão comandantes policiais, diretores escolares e outros responsáveis do aparelho do Estado, levantando preocupações sobre a separação entre instituições públicas e partidos políticos.
Analistas apontam que a prática pode afetar a imparcialidade no exercício de funções, além de criar possíveis desigualdades e comprometer a confiança na função pública.
Há também receios de que funcionários que apoiem outras formações políticas possam sofrer pressão, o que intensifica o debate sobre transparência e respeito pelos princípios da democracia no país.
Fonte: Super Moz Sport/Facebook