Ramsés II precisou de passaporte em 1974

Ramsés II precisou de passaporte em 1974

Em 1974, cientistas descobriram que a múmia de Ramsés II estava sendo atacada por um fungo raro, colocando em risco a preservação de um dos maiores faraós do Egito. Para salvar a relíquia, era urgente enviá-la para um laboratório em Paris, especializado em conservação histórica.

A lei francesa exigia que qualquer pessoa, viva ou morta, tivesse um passaporte válido para entrar no país. Diante disso, o governo egípcio emitiu um documento oficial para a múmia do faraó, listando sua profissão como “Rei (falecido)”.

Quando o avião pousou em Paris, o caixão de Ramsés II foi recebido com honras militares, equivalentes às de um Chefe de Estado, demonstrando respeito histórico e cultural. 

O episódio tornou-se uma curiosidade histórica sobre a importância da preservação de relíquias e da diplomacia entre países na proteção de património cultural.

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