
O Banco de Moçambique aumentou significativamente os gastos com os seus trabalhadores durante o ano de 2025, segundo dados divulgados no mais recente relatório financeiro da instituição, ligados à gestão de recursos humanos.
No total, o banco central gastou cerca de 11,8 mil milhões de meticais com salários, benefícios laborais e outros encargos relacionados com os funcionários, valor superior aos 8,2 mil milhões de meticais registados em 2024.
Segundo o documento, o aumento das despesas esteve ligado principalmente ao pagamento de remunerações, atribuição de incentivos e outros benefícios concedidos aos trabalhadores do banco central.
Apesar do aumento das despesas, o Banco de Moçambique terminou o ano com 995 funcionários, menos 22 trabalhadores em comparação com os 1.017 registados em 2024, evidenciando uma redução no quadro de funcionários e nos postos de trabalho.
O relatório explica ainda que alguns benefícios atribuídos aos trabalhadores tiveram custos superiores ao inicialmente previsto, contribuindo para o aumento global das despesas relacionadas com a gestão de capital humano e da administração institucional.
Os dados mostram que, mesmo com menos trabalhadores, o banco teve de desembolsar muito mais recursos financeiros para cobrir despesas com salários, benefícios e outros encargos associados aos seus recursos humanos.
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