
O documento identifica problemas como inflação de dados de eleitores, manipulação e enchimento de cadernos eleitorais, uso abusivo de recursos do Estado, violência e intimidação de eleitores, jornalistas e membros da oposição. A OAM refere ainda falta de transparência na contagem de votos e restrições ao acesso à internet durante o período pós-eleitoral.
Na sequência da contestação aos resultados, que mantiveram a FRELIMO no poder, mais de 400 pessoas morreram em protestos. A Ordem defende reformas profundas para garantir transparência, imparcialidade e respeito pelos direitos humanos nos processos eleitorais. Continua LER mais Clique Aqui para ver notícias recentes.
Fonte: Lusa / Deutsche Welle (DW)
Fonte da foto: Alfredo Zuniga / AFP
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Política