
CTA apela à prudência na remoção e descarte de produtos deteriorados nas zonas afectadas pelas cheias, visando proteger a saúde pública.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) apelou, esta segunda-feira, aos empresários e comerciantes das cidades e vilas afectadas pelas cheias a adoptarem maior prudência na remoção de produtos deteriorados, com o objectivo de salvaguardar a saúde pública.
Em comunicado, a CTA manifestou preocupação com a prática de alguns estabelecimentos comerciais que colocam produtos já putrefactos nos passeios e em frente das lojas. Segundo a organização, esta situação expõe a população ao risco de consumo de bens impróprios e favorece a proliferação de doenças, sobretudo em contextos de crise sanitária.
A confederação recomenda que os produtos e derivados deteriorados sejam acondicionados em sacos plásticos pretos, devidamente amarrados, de forma a impedir que sejam recolhidos por populares.
Esta medida, explica a CTA, visa assegurar que os resíduos sejam posteriormente recolhidos de forma segura pelos camiões do Conselho Municipal da Cidade de Xai-Xai ou por operadores privados designados para o efeito.
A CTA apela igualmente à colaboração activa dos comerciantes no carregamento dos sacos e refere que, sempre que possível, os próprios empresários devem encaminhar os resíduos directamente para a lixeira. Ainda assim, considera que esta não é uma solução definitiva, defendendo a criação urgente de condições para a incineração dos produtos deteriorados.
Segundo a confederação, existe o risco de estes produtos regressarem às famílias a partir das lixeiras, o que poderá desencadear surtos de doenças e agravar os problemas de saúde pública nas zonas afectadas. Continua LER mais Clique Aqui
Fonte: Jornal Notícias
Foto: Imagem Ilustrativa/DR