
Uma reflexão divulgada no Dia dos Heróis Moçambicanos questiona o conceito oficial de herói nacional e defende o reconhecimento de figuras históricas excluídas da memória oficial.
As celebrações do Dia dos Heróis Moçambicanos, assinalado a 3 de fevereiro, voltaram a suscitar debate sobre a forma como o país reconhece as figuras históricas que marcaram a sua trajetória.
Uma publicação divulgada nas redes sociais do partido Renamo defende que a memória oficial continua limitada a personalidades associadas ao regime, deixando de fora homens e mulheres que também contribuíram para a luta pela justiça, democracia e liberdade.
Segundo a nota, a história de Moçambique é plural e não deve restringir-se aos nomes eternizados na Cripta dos Heróis.
O texto aponta como exemplos de heróis ignorados figuras como André Matsangaissa, Afonso Dhlakama, Uria Simango, Gilles Cistac e o músico Azagaia, além de vários cidadãos anónimos que denunciaram injustiças e pagaram um alto preço pelas suas convicções.
A reflexão defende que o estatuto de herói nacional não deve depender de filiação partidária, mas sim do serviço prestado ao povo e ao bem comum. Continua LER mais Clique Aqui
Fonte: Partido Renamo/Facebook
Foto: Renamo/Facebook
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