
A morte do ativista social Vigário Luís Balanta, com sinais de tortura, provocou forte comoção na Guiné-Bissau, levando a reações de organizações e da sociedade civil.
A Frente Popular responsabilizou o chamado Comando Militar pelo alegado assassinato, manifestando condenação firme no comunicado divulgado após o caso.
O ativista Sumaila Djaló, em declarações à DW, também apontou críticas às autoridades, associando o caso às posições críticas de Vigário face ao governo de transição.
Djaló considera que o episódio deve mobilizar a sociedade civil e a população a reforçarem a luta contra o que descreve como um “golpe cerimonial” no país.
As reações continuam a crescer, enquanto persistem apelos por justiça e esclarecimento das circunstâncias da morte.
Fonte: DW